O sport não foi campeão, que pena. Quem sabe da próxima vez.
Luiz Gustavo.
domingo, 15 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Parabééns (^) 106 anos
O Sport será um autêntico campeão, pois nasceu sob o signo da valentia e dele jamais se apartará .
Cego de amor. É assim que o torcedor rubro-negro é e fica quando o assunto é o Leão da Ilha. Considerado por muitos como o torcedor mais chato do Brasil, o rubro-negro veste essa camisa porque sabe que de fato pode ser chato. Afinal de contas, os rivais estaduais e até regionais não conseguem chegar perto quando o assunto é história e títulos
Cego de amor. É assim que o torcedor rubro-negro é e fica quando o assunto é o Leão da Ilha. Considerado por muitos como o torcedor mais chato do Brasil, o rubro-negro veste essa camisa porque sabe que de fato pode ser chato. Afinal de contas, os rivais estaduais e até regionais não conseguem chegar perto quando o assunto é história e títulos
sábado, 7 de maio de 2011
SAL- Salão de Artes e Literatura
Acontecido no dia 29/04/2011, nossa escola prestigiou esse grande evento e importante paraa nós (o SAL).. O tema central foi Pernambuco, e tivemos a sub-divisões dos temas por salas. Cada sala falou de uma caracteristica do nosso estado, como exemplo: Danças, Reginaldo Rossi, Culinária, Luis Gonzaga e entre outras...
Nossa sala o Terceiro ano B ficou com o tema: Ritmos de Pernambuco, que foram eles: Maracatú, Ciranda, Coco, Frevo, Caboclinho, Forró. São belíssimos ritmos, que enriquecem a cultura de nosso estado dando uma diferença no povão \0/ Nossa sala ficou de parabéns, (não querendo me achar) pois tivemos muito trabalho, organizamos tudo na ultima semana e tudo saiu lindo *-* Parabéns 3ºB nós merecemos.
Em nome da turma do 3ºB, agradeço a professora Kátia, e aos demais professores que nos ajudaram nesse evento'
POr: Karlayne Costa :*
Nossa sala o Terceiro ano B ficou com o tema: Ritmos de Pernambuco, que foram eles: Maracatú, Ciranda, Coco, Frevo, Caboclinho, Forró. São belíssimos ritmos, que enriquecem a cultura de nosso estado dando uma diferença no povão \0/ Nossa sala ficou de parabéns, (não querendo me achar) pois tivemos muito trabalho, organizamos tudo na ultima semana e tudo saiu lindo *-* Parabéns 3ºB nós merecemos.
Em nome da turma do 3ºB, agradeço a professora Kátia, e aos demais professores que nos ajudaram nesse evento'
POr: Karlayne Costa :*
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Esquizofrenia
Afinal, o que é esquizofrenia?
Esquizofrenia é uma síndrome que afeta o pensamento e a percepção do portador. O que o paciente sente ou pensa não condiz com a realidade ao qual ele está inserido. De acordo com o psiquiatra Rodrigo Bressan, membro da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia (ABRE), os principais sintomas da doença são delírios e alucinações. Entende-se por delírios os pensamentos desconexos e não correspondentes com a realidade - achar que está sendo perseguido por alienígenas, por exemplo. Já as alucinações são percepções de fato - sentir cheiros, gostos e até mesmo formas que não existem. Rodrigo conta que a esquizofrenia geralmente é diagnosticada depois que o paciente passa pelo chamado Episódio Psicótico Agudo. "A pessoa de repente começa a ter crenças estranhas, ouvir vozes, se isolar", diz. A psiquiatra Julieta Guevara afirma que as alterações que o portador de esquizofrenia tem em seu cérebro faz com que seus pensamentos fiquem lentos, desconexos, com formas e associações sem ligações entre as frases. "No caso do Wellington, isso pode ser percebido nos vídeos que publicou antes do massacre, nos quais a sua fala é lenta, sem variações de tom e muito desconexa, mesmo quando ele toca em questões de alto conteúdo afetivo, como não ter família", explica a especialista.
Relação entre a doença e o caso Realengo
Os especialistas afirmam que as motivações para que Wellington cometer o crime podem estar, sim, relacionadas à doença. Porém, não se pode afirmar nada com 100% de certeza. "O garoto poderia ter, além da esquizofrenia, algum desvio de personalidade ou conduta, que o incentivaria muito mais a cometer os assassinatos", diz Rodrigo. "O diagnóstico nos diz que sua fragilidade mental não lhe permite amadurecer ou superar o tratamento cruel que sofreu na adolescência", conta Julieta. Condição essa que pode ter sido fator determinante para que Wellington cometesse os assassinatos. "É bem possível que ele estivesse psicótico, com uma crença de que pessoas o perseguiam", completa Rodrigo.
Todo esquizofrênico é violento?
A relação feita entre esse caso e a doença nos faz pensar que a esquizofrenia pode estar diretamente relacionada a um comportamento violento. Porém, longe disso, pesquisas comprovam exatamente o contrário.Os esquizofrênicos, em geral, têm um comportamento menos violento e taxas de agressividade menores que o restante da população.
Estudos feitos em diversas universidades de diferentes países afirmam que os esquizofrênicos, em geral, têm um comportamento menos violento e taxas de agressividade menores que o restante da população. "Pacientes esquizofrênicos não costumam ter a iniciativa de fazer mal a alguém, ficam isolados", diz Rodrigo.
Como explicar, então, o comportamento de Wellington? Uma das possíveis respostas é que ele não estava sob tratamento adequado. "Sem tratamento e sem orientação adequada temos essa tragédia como resultado. Temos que ter em mente que esse é um caso isolado", explica Julieta.Além disso, Wellington sofreu fatores agravantes, como histórico de doenças mentais na família - sua mãe - e o fato de ser sofrido bullying quando tinha entre 12 e 15 anos, que era a faixa etária das vítimas.
Tratamento
Os possíveis tratamentos para a esquizofrenia envolvem medicamentos antipsicóticos e terapias de diversos gêneros. De acordo com Julieta Guevara, os antipsicóticos são capazes de reorganizar os pensamentos do paciente. "Se o Wellington estivesse sob tratamento, a medicação poderia ter contido a expressão da raiva que alimentou a tragédia", diz. É importante ressaltar que se o portador do distúrbio nunca foi tratado ou interrompeu o tratamento há muito tempo será difícil restituir o equilíbrio. "Caso o portador nunca tenha tomado medicamentos, o cérebro se deteriora, e o quadro fica resistente aos remédios", diz Julieta. Por isso é importante que o distúrbio seja identificado o mais cedo possível e o tratamento não seja interrompido.
Como lidar com o preconceito
O preconceito contra portadores de distúrbios mentais, como a esquizofrenia, ainda é muito grande. E casos como o de Wellington só fazem agravar essa questão. "Meus pacientes são menos agressivos que a população geral, por que eles são tratados", conta Rodrigo. De acordo com ele, pais e professores, principalmente do ensino fundamental, devem ter a sensibilidade e a instrução necessária para identificar esse tipo de distúrbio e tratá-lo. "O ideal é que existissem políticas de prevenção e informação sobre saúde mental", diz Julieta. Se o seu filho é portador do distúrbio, certifique-se de que ele será incluído da forma adequada nas escolas e bem aceito pelos colegas. Os professores também devem conversar com alunos a fim de que todos possam conviver bem com a diferença.
Postado por Thaís Lima
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